domingo, 25 de outubro de 2026
Governo do Amazonas

Mostra de Filmes Amazonenses reúne obras de Djalma Limongi Batista em Manaus com entrada gratuita

Mostra de Filmes Amazonenses reúne obras de Djalma Limongi Batista em Manaus com entrada gratuita
Mostra de Filmes Amazonenses reúne obras de Djalma Limongi Batista em Manaus com entrada gratuita
A Mostra de Filmes Amazonenses – Djalma Limongi Batista: Um Sonho Brasileiro teve abertura com a exibição de Brasa Adormecida no Cineteatro Guarany (11/03).

A mostra promovida pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, começou na noite de quarta-feira (11/03) no Cineteatro Guarany, localizado na Villa Ninita, anexo ao Palácio Rio Negro, Centro, zona sul de Manaus. A programação gratuita reúne obras que marcaram a trajetória do diretor amazonense Djalma Limongi Batista e foi aberta com a exibição do longa Brasa Adormecida (1986).

Abertura e filme de estreia

O filme de abertura, Brasa Adormecida, é um drama de 1986 que narra a história de três primos inseparáveis cuja relação entra em conflito quando a jovem do trio decide se casar com um deles. O elenco inclui Maitê Proença, Edson Celulari, Paulo César Grande e Grande Otelo. A trilha sonora é assinada por Tom Jobim.

Realizada pelo Governo do Amazonas, a mostra segue até sábado (14/03) e tem como objetivo revisitar a filmografia do cineasta e ampliar o acesso do público a obras da cinematografia nacional.

Curadoria e legado

A curadoria é de Edith Limongi Batista, irmã do cineasta, que acompanhou a trajetória artística de Djalma Limongi Batista. Segundo Edith, muitos dos filmes do diretor dialogam com memórias e experiências vividas em Manaus. “Ele nasceu em Manaus e levou muito dessas memórias para o cinema. Muitas das histórias que ele conta nos filmes vêm da infância e da juventude vividas aqui, recriadas pela visão artística dele”, destacou a curadora.

De acordo com a curadoria, os filmes de Djalma Limongi Batista tiveram circulação em festivais e mostras, o que consolida sua contribuição ao cinema nacional. A realização do evento busca apresentar essas obras a novas gerações de espectadores.

Programação

Nesta quinta-feira (12/03), às 18h30, será exibido Bocage, o Triunfo do Amor (1997), com classificação indicativa de 16 anos. A sinopse apresenta Manuel Maria du Bocage percorrendo o mundo em busca de aventuras amorosas.

Na sexta-feira (13/03), às 18h30, será exibida Autovideografia, com classificação livre, que traz um registro documental no estilo de ensaio pessoal/autobiográfico sobre a trajetória do ator Walmor Chagas.

No sábado (14/03) está prevista a exibição de Asa Branca (1981), com classificação indicativa de 12 anos. O filme mostra a trajetória de um jogador de futebol de origem humilde, desde o início da carreira no interior de São Paulo até o sucesso em uma Copa do Mundo, e aborda sua adaptação a um novo universo marcado por dinheiro, relações e interesses diversos.

A mostra convida o público a conhecer ou revisitar obras representativas da produção do diretor, refletindo sobre o diálogo entre suas narrativas e as referências culturais e memórias que atravessaram sua trajetória artística.

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