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PF faz operação em Manaus e mira em vice-governador que já foi secretário de saúde

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A Polícia Federal (PF) amanheceu nesta quinta-feira (8) na porta do vice-governador do Amazonas e ex-secretário estadual de Saúde, Carlos Almeida. O foco da operação é dar continuidade as investigações iniciadas na Operação Sangriam, deflagrada em junho, para investigar possíveis irregularidades na compra de equipamentos para o enfrentamento da Covid-19.

Os agendes federais foram a casa do vice-governador, localizada no condomínio residencial de luxo Ponta Negra 1, no bairro de mesmo nome, na zona Oeste de Manaus.

O outro alvo da PF, hoje, é o gabinete de Carlos Almeida, na sede do Governo do Amazonas, no bairro da Compensa, também na zona Oeste da capital.

PF faz operação em Manaus e mira em vice-governador que já foi secretário de saúde
PF faz buscas na casa do vice-governador em um condomínio de luxo de Manaus – Divulgação

A fase de hoje da Operação Sangria deve cumprir nove mandados de busca e prisão direcionados a empresários e ex-servidores do governo. Entre eles estão o empresário e capitão aposentado a PM do Amazonas, Gutemberg Alencar; o ex-secretário estadual de saúde Rodrigo Tobias, o marido da ex-secretária de comunicação Daniela Assayag, o médico Luiz Avelino, além da ex-sub secretária da secretaria de Saúde, Dayana Méjia de Souza e do ex-gerente da secretaria estadual de Saúde, Ronald Gonçalves Caldas.

Carlos Almeida foi secretário de saúde de janeiro de 2018 a março de 2019.

A nova fase da Operação Sangira é realizada pelo Ministério Público Federal (MPF), a Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU). São cumpridos mandados de prisão temporária contra cinco pessoas, além de buscas e apreensões contra seis investigados.

Nota do Governo do Amazonas

O Governo do Amazonas informa que está contribuindo com a apuração dos fatos pela Polícia Federal e órgãos de controle e que a ação de busca e apreensão, desencadeada nesta quinta-feira, envolve, em grande parte, pessoas que já não fazem mais parte da estrutura de Governo, bem como servidores que não atuam como ordenadores de despesas ou tenham poder de decisão na estrutura do Estado ou da investigação em questão.

O Governo do Estado reitera que tem atuado de forma transparente e que confia na Justiça.

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