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PF vai às ruas em operação contra a pedofilia na internet

por Raphael
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A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta sexta-feira (10/12) a Operação Labatut, para investigar o armazenamento e a disseminação de vídeos com cenas de pornografia infanto-juvenil pela Internet, bem como o assédio sexual de crianças e adolescentes por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens.

Policiais federais deram cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, nas cidades alagoanas de Maceió, Rio Largo, Igaci e Pariconha. 

As investigações realizadas pela Polícia Federal identificaram que os suspeitos estariam utilizando a Internet para praticar abusos sexuais contra crianças e adolescentes de diferentes formas. Duas pessoas são suspeitas de participar de grupos de aplicativos de mensagens criados para a difusão, compartilhamento e possível produção de vídeos pornográficos envolvendo crianças e adolescentes.

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Uma pessoa é investigada por utilizar programas de compartilhamento para baixar e compartilhar arquivos de pornografia infantil, e outro indivíduo é suspeito de utilizar as redes sociais para compartilhar arquivos de pornografia infantil e assediar sexualmente menores, solicitando o envio de “nudes”.

Durante as buscas, policiais federais apreenderam HD’s de computadores, notebooks, pen drives e smartphones que serão periciados pela Polícia Federal. Os resultados das análises dos materiais apreendidos serão juntados aos inquéritos policiais que apuram crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Caso seja confirmada a posse e o compartilhamento de imagens contendo pornografia infantil, os investigados poderão responder pelos crimes previstos nos artigos 241-A e 241-B da Lei 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente). As penas somadas para esses crimes podem chegar a até 10 (dez) anos de prisão. 

Caso seja identificada a produção de vídeos pornográficos envolvendo menores de idade, o responsável será indiciado também no crime de estupro de vulnerável, cuja pena máxima varia entre 15 e 30 anos de prisão.  

Fonte: Polícia Federal

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