Manaus (AM) – O Ministério Público do Amazonas designou dois promotores de Justiça para acompanhar as investigações sobre o linchamento de um preso em Tonantins, ocorrido no domingo (3). O caso ganhou repercussão após o homem ser queimado vivo por populares na porta da delegacia da cidade.
Os promotores Leonardo Tupinambá do Valle e Lilian Nara Pinheiro de Almeida foram os escolhidos para acompanhar o andamento da apuração. O MP quer garantir que todas as circunstâncias do crime sejam esclarecidas.
Homem foi morto após feminicídio
O preso, José Andrei de Matos Rodrigues, de 36 anos, foi detido em flagrante no sábado (2) após matar a companheira, Valdilene da Silva Prestes, de 44 anos, e esfaquear a enteada, de 21. O crime ocorreu no município de Tonantins, no interior do Amazonas.
Horas depois da prisão, uma multidão se dirigiu à delegacia local. O grupo invadiu o prédio, retirou o homem da cela e o agrediu violentamente. Em seguida, ele foi queimado vivo em frente à unidade policial.