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Pastor que dizia ser de facção é preso suspeito de estuprar jovens no AM

por policia24h
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Pastor que dizia ser de facção é preso suspeito de estuprar jovens no AM
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  • Pastor Marcos Avelino se entregou à polícia em Manacapuru.
  • Ele é suspeito de estuprar uma jovem de 18 anos em 2024.
  • Já responde por outros dois casos de estupro, em 2018 e 2020.
  • Palavra-chave “estupro” aparece em todos os inquéritos.

Manacapuru (AM) – O pastor Marcos Avelino Lima se entregou à polícia na noite de quarta-feira (27), após ter a prisão preventiva decretada por suspeita de estupro. Ele é investigado por, pelo menos, três crimes sexuais cometidos nos últimos anos no Amazonas. Segundo a polícia, ele ameaçava as vítimas dizendo ser integrante de uma fação criminosa.

Segundo a Polícia Civil, o homem já responde a inquéritos por estupros ocorridos em 2018, 2020 e 2024. No caso mais recente, ele trabalhava como mototaxista quando desviou a rota de uma corrida contratada por uma jovem de 18 anos e a levou para um hotel. Lá, sob ameaças, teria cometido o abuso.

Vítima ajudou a identificar o criminoso

A jovem contou tudo à família, que ajudou a identificar o suspeito. A denúncia levou ao registro do boletim de ocorrência e à abertura de nova investigação.

A delegada Joyce Coelho, da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), afirmou que o homem usava sempre o mesmo método: ameaçava as vítimas dizendo ser integrante de uma facção criminosa para evitar denúncias.

Pastor se entregou após justiça expedir mandado de prisão

Histórico de crimes sexuais

Em 2018, ele teria atraído uma mulher de 26 anos até um galpão e cometido estupro. Já em 2020, foi preso acusado de violentar uma adolescente de 15 anos, após criar um perfil falso em rede social. O caso foi classificado como “estupro corretivo”.

“Nós constatamos que esse mesmo homem já possui três inquéritos de estupro, utilizando-se da mesma forma de coação, afirmando ser faccionado para que as vítimas não o denunciassem”, disse a delegada.

Durante o interrogatório após a prisão, Marcos Avelino permaneceu em silêncio e está à disposição da Justiça.

Outras vítimas podem aparecer

As autoridades informaram que há outros boletins de ocorrência com o mesmo modo de agir, mas sem autoria confirmada. A polícia espera que, com a prisão, novas vítimas se sintam seguras para denunciar.

“Esperamos que, com a prisão dele, as possíveis vítimas se sintam seguras para procurar a polícia, fazer o reconhecimento e ajudar a esclarecer outros casos”, completou a delegada.

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